Escala validada
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10 perguntas

Escala de Autoestima de Rosenberg (EAR)

Avalie sua autoestima com a Escala de Rosenberg. 10 afirmações para identificar como você se percebe e se valoriza, de forma rápida, anônima e sem cadastro.

Base científica: Escala de Autoestima de Rosenberg - EAR (Rosenberg, 1965). Validada para a população brasileira por Hutz & Zanon (2011).

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Leia cada afirmação abaixo e indique o quanto você concorda ou discorda, considerando como você se sente sobre si mesmo(a) de forma geral.

1.Eu sinto que sou uma pessoa de valor, no mínimo, tanto quanto as outras pessoas.
2.Eu acho que eu tenho várias boas qualidades.
3.Levando tudo em conta, eu penso que eu sou um fracasso.
4.Eu acho que sou capaz de fazer as coisas tão bem quanto a maioria das pessoas.
5.Eu acho que eu não tenho muito do que me orgulhar.
6.Eu tenho uma atitude positiva com relação a mim mesmo(a).
7.No conjunto, eu estou satisfeito(a) comigo.
8.Eu gostaria de poder ter mais respeito por mim mesmo(a).
9.Às vezes eu me sinto inútil.
10.Às vezes eu acho que não presto para nada.

Este Questionário não é um diagnóstico

Os resultados indicam tendências baseadas em escala validada e devem ser interpretados por psicólogos ou psiquiatras. Não substitui avaliação clínica profissional.

Em crise? Ligue 188 (CVV) — gratuito, 24h.

Sobre esta escala

Histórico, metodologia e como profissionais utilizam este instrumento

A Escala de Autoestima de Rosenberg foi desenvolvida pelo sociólogo americano Morris Rosenberg e publicada em 1965 no livro Society and the Adolescent Self-Image (Princeton University Press). Originalmente criada para pesquisa com adolescentes americanos, tornou-se o instrumento de autoestima global mais utilizado no mundo, com mais de 20.000 citações na literatura científica. No Brasil, a adaptação mais reconhecida é de Hutz & Zanon (2011), publicada na revista Avaliação Psicológica, com normas para a população brasileira adulta.

Referências científicas

  • Rosenberg, M. (1965). Society and the adolescent self-image. Princeton University Press.
  • Hutz, C. S., & Zanon, C. (2011). Revisão da adaptação, validação e normatização da escala de autoestima de Rosenberg. Avaliação Psicológica, 10(1), 41–49.
  • Dini, G. M., Quaresma, M. R., & Ferreira, L. M. (2004). Adaptação cultural e validação da versão brasileira da escala de autoestima de Rosenberg. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, 19(1), 41–52.

Perguntas Frequentes

O que é a Escala de Autoestima de Rosenberg?+

A EAR é um dos instrumentos de avaliação de autoestima mais utilizados no mundo. Desenvolvida por Morris Rosenberg em 1965, foi validada para a população brasileira por Hutz & Zanon (2011). Mede a autoestima global com 10 afirmações sobre percepção de valor pessoal, competência e autoaceitação.

Este teste pode diagnosticar baixa autoestima?+

Não. A EAR é uma ferramenta de triagem que indica tendências. O diagnóstico de transtornos associados à autoestima exige avaliação clínica completa realizada por psicólogo ou médico.

A partir de qual pontuação devo buscar ajuda?+

Pontuações entre 10 e 24 indicam autoestima baixa a muito baixa e sugerem que um acompanhamento profissional pode ser muito benéfico. Mesmo pontuações moderadas (25–31) podem se beneficiar de psicoterapia focada em autoestima e autoeficácia.

Por que algumas questões têm a pontuação invertida?+

Alguns itens da EAR são formulados de forma negativa (ex: "Às vezes eu me sinto inútil") para evitar viés de resposta. Para esses itens, discordar indica autoestima mais positiva, por isso a pontuação é invertida internamente.

Baixa autoestima tem tratamento?+

Sim. A psicoterapia, especialmente a TCC, abordagens humanistas e de autocompaixão, são eficazes para trabalhar a autoestima. Com suporte profissional, é possível desenvolver uma relação mais positiva e saudável consigo mesmo(a).

Com que frequência posso refazer este teste?+

Para monitoramento terapêutico, recomenda-se reaplicar a EAR com intervalo mínimo de semanas a meses entre aplicações. Se estiver em acompanhamento psicológico, consulte seu terapeuta sobre a frequência ideal.

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Escala reproduzida com fins educativos e de triagem, com atribuição. Não substitui avaliação profissional.

⚠️ A EAR é uma escala de triagem baseada em critérios científicos validados, mas não realiza diagnóstico. Os resultados indicam tendências e devem ser interpretados por um profissional de saúde mental. Se você estiver em sofrimento intenso, procure um psicólogo ou ligue 188 (CVV).