Especialidade

Psicólogos para TDAH

A terapia ajuda a cuidar de questões relacionadas a TDAH, oferecendo acolhimento e estratégias personalizadas para o seu bem-estar.

Fernanda Oliveira Batista Neves , psicólogo(a) especialista em Alterações de humor, atende em Salvador - BA

Fernanda Oliveira Batista Neves

Alterações de humor • LGBTQIA+ • Fobias • Relacionamento familiar • TDAH • Relacionamentos • Autoestima • Autoconfiança

Sou psicóloga recém-formada e atendo jovens adultos e adultos, oferecendo um espaço de escuta acolhedor, ético e sem julgamentos. Minha prática é baseada na abordagem sistêmica e bioenergética, com atenção às emoções, ao corpo e às relações. Meu trabalho também se orienta pelo respeito à diversidade de identidades, vivências e formas de existir.

CRP 03/34990Terapia Familiar SistêmicaAnálise BioenergéticaOnline
R$ 110por sessão

Perguntas frequentes

Adultos também podem ter TDAH?

Sim. TDAH não é exclusivo da infância — estima-se que mais da metade das crianças com TDAH mantém sintomas na vida adulta. Em adultos, o quadro pode se manifestar como dificuldade de organização, procrastinação crônica, impulsividade nas decisões, relacionamentos instáveis e sensação constante de estar aquém do potencial.

Terapia ajuda no tratamento do TDAH?

Sim, de forma significativa. A terapia não "cura" o TDAH, mas desenvolve estratégias de organização, manejo da impulsividade, regulação emocional e autoconhecimento sobre os próprios padrões. TCC adaptada para TDAH e Coaching Psicológico são as abordagens mais utilizadas nesse contexto.

Qual a diferença entre TDAH e preguiça ou falta de foco?

TDAH é uma condição neurológica com base genética e estrutural, não uma questão de vontade. Pessoas com TDAH frequentemente se esforçam muito mais do que outras para realizar tarefas rotineiras. A sensação de "poderia se esforçar mais" é uma das formas mais prejudiciais de estigma — e a avaliação profissional é fundamental para distinguir.

Preciso de medicação para tratar TDAH?

Não necessariamente, mas em muitos casos a medicação melhora significativamente a função executiva e a qualidade de vida. A combinação de terapia e medicação costuma ser mais eficaz do que qualquer uma isolada. A avaliação e prescrição são realizadas por médico (psiquiatra ou neurologista).